A pasta de cada prestador, sempre montada
Abra a ficha de qualquer prestador e veja numa tela só: o que você tem, o que está faltando e o que venceu.
Sem procurar em pasta compartilhada. Sem perguntar no grupo.
A plataforma de gestão de riscos trabalhistas
Contrato, aditivos e a nota fiscal de cada mês guardados juntos, com a data de cada um. Quem envia a nota é o próprio prestador, pelo portal dele. No dia em que pedirem os documentos daquele contrato, você não procura — você abre.
Conversa de 20 minutos, com um contrato seu de verdade.
Mesma operação, mesmos prestadores. O que muda é onde a prova estava quando foi preciso mostrar.
No mês a mês
Hoje
Com o Lastro
Ninguém pode vender a garantia de ganhar uma ação, e a gente não vende. O que a assinatura sustenta é que a prova exista — datada, íntegra e para todos os prestadores ao mesmo tempo — no dia em que ela for pedida.
Se ele processar
Não é o prestador que prova que era empregado. É a empresa que demonstra que ele era autônomo, com documento do período em que os fatos aconteceram. Quase nenhuma empresa está montada para produzir essa prova. Está montada para pagar nota fiscal.
A empresa raramente tem problema por ter agido errado. Tem problema por não conseguir mostrar, três anos depois, que agiu certo.
285.055
ações pedindo reconhecimento de vínculo
Ajuizadas em 2024 na Justiça do Trabalho. Alta de 57% sobre o ano anterior.
Justiça do Trabalho — Relatório Geral (2024)(abre em nova aba)74 mil
ações paradas esperando o STF
Em 18 de junho de 2026 o STF liberou a primeira instância e os TRTs para voltar a instruir e julgar. As audiências e os pedidos de documento recomeçaram.
Felsberg — Tema 1389, retomada dos processos (2026)(abre em nova aba)R$ 50,6 bi
pagos por empresas em ações trabalhistas
Total de 2025, recorde da série, sobre 2,3 milhões de casos novos no ano.
ConJur — Dados da Justiça do Trabalho em 2025 (2025)(abre em nova aba)Cada item dessa lista é um arquivo com data. Nenhum deles se produz depois — e é por isso que a hora de montar a pasta é agora, não quando ela for pedida.
O que fica na pasta
É a mesma pasta que você consulta no dia a dia e que o jurídico recebe quando pede: cada peça no lugar, com a data em que entrou e o registro de quem a colocou lá.
Abra a ficha de qualquer prestador e veja numa tela só: o que você tem, o que está faltando e o que venceu.
Sem procurar em pasta compartilhada. Sem perguntar no grupo.
Cada item em falta aparece com a ação do lado: peça a nota de março, anexe o contrato assinado, renove a declaração.
Não é um alerta. É uma lista de tarefas que acaba.
O inventário do que falta é entregue na conferência mensal.
Ele recebe um link, entra e envia os documentos dele. Do lado dele aparece o que a sua empresa ainda precisa, em português claro.
Você para de cobrar. É a parte que devolve a sua sexta-feira.
Todo arquivo entra com data, autor e uma impressão digital. Se alguém tentar mudar um registro antigo, dá para perceber.
Uma nota que chegou por WhatsApp não tem data confiável. Essa tem.
Nada pode ser apagado ou alterado depois, nem por nós. Correção entra como correção, e a versão anterior continua lá.
A trilha é datada e encadeada: cada registro carrega o resumo do anterior.
Cada versão fica guardada com o período em que valeu.
Três anos depois você mostra o contrato certo, não o último que sobrou na pasta.
Peça a pasta completa de um prestador e ela chega organizada, com índice e a lista do que existe.
Ela sai no formato em que o jurídico lê, e não como um zip solto.
O inventário sai na hora; a pasta com os arquivos, em até 3 dias úteis.
Um trecho da pasta de um prestador, com dados de exemplo. Cada linha guarda a data em que o fato aconteceu e a data em que foi guardado.
Tudo o que entra na pasta fica registrado com a data em que aconteceu e a data em que foi guardado. Nada pode ser apagado ou trocado depois, nem por nós. Se alguém tentar, dá para perceber.
Cada item aparece de uma dessas duas formas, e não existe uma terceira: sem score, sem percentual, sem semáforo. Um documento que quantifica a sua chance de perder é o melhor documento que a outra parte poderia receber, e por isso o Lastro não produz nenhum.
É o índice de acervo que entregamos: as peças que compõem a pasta de uma relação, a data que sustenta cada uma e o fato que cada peça se destina a demonstrar. Dezesseis peças, dados fictícios, o mesmo formato do documento real.
O arquivo abre em outra aba assim que você envia. Nenhum documento seu é pedido nesta etapa.
Não é falta de cuidado de ninguém. É que nenhum dos sistemas que a empresa já paga é dono da relação com o prestador.
Sistema
O que fica de fora
O contrato assinado não é o que decide. O que decide é o que aconteceu depois dele — e isso não está em lugar nenhum.
As frases mais comuns, com a resposta que a gente dá na reunião.
Comece pela conversa
Deixe o contato e a gente mostra a pasta montada de um prestador seu de verdade, em 20 minutos. Você sai da chamada sabendo o que já tem e o que falta — e isso vale mesmo que você não contrate nada.
O que o Lastro não faz
Não é falta de recurso. Cada recusa abaixo protege exatamente o cliente que a ferramenta existe para defender.
Não é limitação técnica. É de propósito: cada um desses é justamente o que se olha para dizer que era emprego.
Todo concorrente dá. Um relatório dizendo “risco alto” é a melhor peça que o advogado do outro lado poderia receber — e ainda prova que você sabia. O Lastro registra fato. A opinião é do seu advogado.
O Lastro organiza a prova que você tem e mostra a que falta. Quem faz a defesa é o seu advogado.
As que aparecem sempre. O resto está na central de perguntas.
Conteúdo informativo sobre legislação trabalhista. Não constitui parecer jurídico nem avaliação dos seus contratos. Para decidir sobre um contrato específico, consulte seu advogado.
A gente monta a pasta de um contrato real da sua operação e mostra, na tela, o que já existe e o que falta. Você fica com a lista mesmo que não contrate nada.
Conversa de 20 minutos, com um contrato seu. Sem apresentação de slides.